Transsexual Gasta Mais de U$ 1 Milhão para se Transformar na Barbie e Agora Procura Pelo seu Ken

Nikki Exotika, 35 anos de idade, de Nova Jersey – Estados Unidos, mudou cada centímetro do seu corpo por cerca de duas décadas para se parecer com a sua boneca de plástico favorita, a Barbie.

De acordo com Nikki, desde os seus dois anos de idade ela sabia que era diferente, e sempre usava maquiagem e pintava as suas unhas.

Na escola, enquanto vivia como Jason Torres, ela sentia-se intimidada devido ao seu estilo extravagante e por caminhar com seus shorts curtos e camisetas justas pelos corredores com toda pompa e glamour.

Ela recebia comentários que iam desde “garota da capa” e “menino bonito” até comentários homofóbicos cheios de ódio, chegando a ser espancada devido o seu look – mas isso nunca deixou Nikki para baixo.

Depois de visitar bares de travestis e transsexuais ainda durante sua adolescência, ela descobriu os hormônios e injeções de silicone.

Aos 19 anos de idade, Nikki fez a cirurgia de redesignação sexual e mais três cirurgias no nariz, duas de peito e redução do pomo de Adão com 20 anos de idade.

Desde então, ela passou a gastar mais de um milhão de dólares em procedimentos para ajudá-la a se transformar na boneca Barbie.

A artista, que formou o primeiro grupo de música pop apenas com transgêneros dos Estados Unidos, o “Secret Girls”, agora está procurando o amor e tem decidido em seu coração que irá encontrar um parceiro “plástico” que se pareça com o namorado da boneca Barbie, o boneco Ken.

Nikki, uma mãe orgulhosa de três filhos homossexuais adotados, disse: “Gastei mais de um milhão de dólares em cirurgias. Fui fazer recentemente o cálculo e lutei para lembrar de tudo que fiz comigo mesma”.

Ela acrescentou: “Meu corpo já teve galões de silicone, gastei muito para mudar tudo, desde minha cabeça até os dedos dos pés, peitos e corpo. Mas tudo valeu a pena, porque enquanto eu viajo o mundo, todo lugar que eu vou as pessoas olham para mim e falam ‘Uau, olha para o corpo dela, ela se parece com a Barbie’ e sempre querem tirar fotos comigo.”

“Quando eu ando na rua com o meu cabelo preso com um rabo de cavalo, batom rosa, sombras, jeans e cropped, as meninas falam ‘Ai meu Deus, você se parece exatamente com a Barbie’ – e é assim que eu sei que alcancei o meu sonho.”

Ela conta que chegou a um ponto em que não precisaria mais continuar operando, que já se parecia com uma mulher biológica, mas não estava feliz por parecer “básica”, e estava focada em se tornar a boneca Barbie.

“Na minha opinião, a Barbie era diferente de quem eu via no espelho, mas quanto mais cirurgias eu fazia, mais perto eu chegava do meu sonho e mais contente eu ficava comigo mesma. Eu não queria apenas ser bonita, eu queria ser linda, deslumbrante, a melhor – eu não queria ser mais uma garota, e sim ‘uma mulher sexy’.”

“Agora eu sinto que consegui chegar o mais perto possível da perfeição, menos as pequenas gordurinhas que têm aqui e ali. Estou feliz com a maneira como aparento. Em breve, eu vou comprar uma BMW rosa para melhorar a minha imagem de Barbie, depois vou procurar por um cara gostoso que se pareça ao boneco Ken.”

Nikki conta que ainda é otimista em relação a relacionamentos, “espero que um dia encontre o meu Ken – estou procurando um homem musculoso, alto, super gostoso, heterossexual. Eu adoro tatuagens e meninos bonitos que se pareçam com o boneco Ken”, contou.

Nikki na época da escola, quando ainda atendia pelo nome de Jason Torres.

Ela cresceu idolatrando a boneca Barbie e a estrela pop Madonna. Nikki disse: “Eu era reprimida quando brincava com as bonecas das minhas primas aos quatro anos de idade, mesmo assim eu queria ser como a Barbie, sempre foi o meu sonho.”

“Então, pequenas coisas como me sentar quando ia ao banheiro (eu nunca fiz xixi em pé) faziam com que eu sentisse que tinha nascido com os órgãos genitais errados mesmo naquela idade. Eu estava confuso e envergonhado, não sabia o que estava errado comigo, naquela época não tinha conhecimento de trans e se tornou um segredo que mantinha guardado de todos”.

Na escola, Nikki recebia comentários cruéis devido a sua aparência “excêntrica”, mas em casa ela atacava o armário de sua mãe, usava maquiagem pesada e sonhava em ser uma das estrelas da MTV.

Ela conta: “Comecei a usar corretivo no meio do ensino médio, e um lápis pequeno para desenhar minhas sobrancelhas, eu ia a todos os lugares bonitos e legais, meu apelido era “garota da capa”.

“Eu sofria bullying todos os dias na escola, e depois da escola, eu caminhava com meus shorts e vestia camisetas apertadas e maquiagem. Não importa quantas vezes eu fui espancado depois da escola ou no vestiário dela, eu nunca desisti de ser eu mesmo e viver do jeito que sempre senti em meu interior.”

Durante a adolescência, ela descobriu os bares de drags, onde encontrava com homens transsexuais e assim começou a tomar hormônios ilegais, e injeções que modificavam o seu corpo para assim poder alcançar o seu sonho.

Nikki disse: “Tudo o que eu queria era poder olhar no espelho e escapar da dor que eu sentia quando criança. Parecer uma pessoa totalmente diferente. Uma coisa é verdade, quando você faz cirurgias plásticas para mudar a sua aparência, as coisas ficam muito mais fáceis do que alguém que não fez. Mas isso não me torna melhor do que qualquer um de vocês, porque eu costumava ser como vocês, minha aparência é apenas uma casca, o seu coração é o que te define.”

Nikki faz parte da “Plastics of Hollywood”, a primeira “casa de bonecas reais” do mundo, apresentando personagens que coletivamente gastaram mais de 4 milhões de dólares mudando suas aparências.

Marcela Iglesias, gerente da “Plastics of Hollywood”, disse: “Quando vi a transformação de Nikki, percebi que ela havia passado por mais cirurgias plásticas do que provavelmente qualquer outra pessoa. Ela me contou sobre seus cálculos com relação aos gastos com cirurgias plásticas, anestesia, bronzeamento, maquiagem e tudo mais para se transformar na boneca Barbie e totalizou mais de um milhão de dólares.”

Marcela continuou: “Então, eu descobri como ela sofria bullying na escola, junto com as palavras e ataques desagradáveis, é uma verdadeira benção que ela esteja viva e que tenha seguido o seu senho. Muitas pessoas que eu conheço que foram intimidadas na escola tomaram medicação antidepressiva, mas Nikki continuou seguindo o seu sonho e se tornou quem queria ser.”

“Sua história mostra que você pode ter um final feliz, seja quem quiser e trabalhe com os obstáculos da vida, não deixe que ninguém te derrube.”

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