Robô sexual

Robôs Sexuais São a Nova Tendência – Mas Parece que As Mulheres Pensam Diferente dos Homens

Os robôs sexuais têm sido vistos como o futuro da intimidade – das relações sexuais – mas acontece que as mulheres parecem não estar gostando muito dessa ideia.

Talvez pelo fato de que existam histórias de robôs como o da Scarlett Johannsson e inclusive de robôs em fantasias colegiais que são chocantemente perfeitas, parece que os homens andam muito mais interessados nesse novo invento e perspectiva dos que as mulheres.

Um dos robôs mais conhecidos da história foi o do Gigolô Joe de Al estrelado por Jude Law, que havia sido programado para satisfazer a população feminina mais exigente, mas parece que nem assim as senhoras andam muito animadas com este invento.

Para ajudar os especialistas a entender melhor esse tipo de relação que as pessoas terão com os robôs, ou o que elas pensam sobre isso, os pesquisadores examinaram suas opiniões.

Embora a pesquisa tenha sido feita apenas com 103 pessoas, deu para orientá-los sobre a adequação e valor dos robôs sexuais.

Os pesquisadores Matthias Scheutz e Thomas Arnold perguntaram para essas pessoas se os robôs sexuais seriam “apropriados” ou “socialmente úteis” em diversos cenários diferentes, que variavam entre a sua utilidade de fazer sexo com ele em vez de trair um parceiro, em vez de contratar prostitutas, para educação sexual, pessoas com deficiência e para os criminosos sexuais.

Os entrevistados da pesquisa intitulada de “Are you ready for sex robots?” (Você está Pronto Para Robôs Sexuais?) também foram interrogados sobre o fato de se era aceitável as pessoas fazerem sexo com robôs para melhorar os níveis hormonais de pessoas com uma vida sexual esporádica, para melhorar a auto-estima e saúde psicológica em geral, para sexo grupal – como por exemplo misturando humanos e robôs – e para filmes pornográficos.

O sexo violento ou sádico foi outra instância para o possível uso dos robôs sexuais, bem como para ajudar a manter um relacionamento, demonstrar e prevenir as formas de assédio sexual, para serem usados em ambientes isolados – como no caso dos pesquisadores que passam muito tempo no espaço e no Ártico -, para praticar abstinência ou para reduzir o risco de doenças sexualmente transmissíveis (DST).

No geral, os resultados mostraram uma diferença similar em relação à utilização “apropriada” desses robôs por homens e mulheres.

A pesquisa concluiu que as mulheres consideram muito menos o robô sexual como uma ferramenta útil, enquanto os homens estão mais propensos a concordar com a sua utilização.

Os dois pontos em que tanto homens como mulheres concordaram foi que robôs sexuais em forma de crianças não devem ser feitos e que eles são adequados para ter relações sexuais no lugar das prostitutas.

Shelly Ronen, doutorando na Universidade de Nova York, que estuda o sexo, a intimidade e a tecnologia diz que a falta de interesse em robôs sexuais pelas mulheres pode ser porque elas “mantêm uma noção mais emocional do significado do sexo, elas valorizam mais o relacionamento com outra pessoa em relação aos homens”.

“Os homens não se sentem apenas livres para praticar o sexo sem sentido, eles também são mais encorajados a fazê-lo de uma maneira que não acontece com as mulheres; as mulheres são mais propensas a sofrer consequências em sua reputação se fizerem o mesmo”, disse a especialista.

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O (ou A) robô sexual Roxxxy da TrueCompanion.com

Ronen também destacou questões em relação a confiança que os humanos tem com os robôs sexuais, incluindo se eles serão melhores de cama do que os seres humanos, tornando-os “redundantes e impotentes”.

“Pessoas que não consideram o vibrador imoral consideram o sexo com robôs imoral. E as mulheres que são mais propensas a usarem um vibrador, são menos propensas a ter interesse em robôs destinados a usos sexuais.”

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